quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

21 de dezembro de 2011. O mar é para quem o sabe amar...

Gosto de levar as pessoas para remar pela primeira vez. Tem sempre um encanto que me remete à infância, ao tempo das descobertas. Devemos na vida estar sempre buscando coisas novas, esse é o sentido de estarmos aqui. Hoje não foi diferente, fomos eu, Letícia e Gisele em uma remada suave até o forte Lage. As duas deixaram  a raquete de tênis de lado um pouco e foram conferir o que me faz acordar todos os dias às cinco da manhã. Com certeza não se arrependeram.















Mar tranquilo, apenas com um remelexo depois do cara de cão, mas nada que pudesse nos fazer virar. Mar de águas escuras, diferente das notícias que ouvi das beiradas da Praia Vermelha hoje.
Dia claro, de sol e calor. Areias limpas, bastante gente no mar... remando, passando e cumprimentando.

20 de dezembro de 2.011. Caribe? Não. Rio de Janeiro!

Posso parecer presunçosa mas em certas ocasiões me sinto a pessoa mais feliz do mundo. E o que me faz feliz? Condições perfeitas para fazer o que gosto e constatar que apesar do homem, a natureza se refaz. Águas verdes cristalinas e geladas. Vento leste que não atrapalhou a festa. Corrente que parece ir e vir mas nos empurra seja qual for a direção. Amigos queridos na mesma vibração. Céu azul. Matas verdes. Puro êxtase!




















terça-feira, 20 de dezembro de 2011

19 de dezembro de 2011. Tudo cinza do mar aos ceus.

Nessa época do ano chegam as festas nas praias e com elas um mar de oferendas que, com todo respeito às religiões, poderiam estar alimentando muita gente.
Chega a ser curioso alguém ganhar autorização para colocar uma imensa tenda na praia e espalhar tanto lixo. Se não houve autorização, tão pouco houve fiscalização.








Mas vamos ao mar escuro sob um céu cinza quase chumbo. Dia quase chovendo mas delicioso de remar.
Uma volta no Forte Lage com Alê é o suficiente para esquecer da sujeira da areia... ou quase, pois o mar não escapa do homem. Águas muito sujas e com muito lixo boiando.
Nada de vento, nada de correntes, apenas um reboliço gostoso nos pés do Forte Lage. Mas depois da linha do Forte Lage em direção à Cotunduba, um imenso mar liso se estende a perder de vista.
Gosto do ritmo "fotografias e palavras" da Alê, estava com saudades de remar junto.